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Gestão de pessoas em crise – Para sempre?

Não vou e nem quero falar da crise que parece estar sendo bastante mencionada, nos últimos dias ou meses, aqui no Brasil. Portanto, se você estava procurando mais um artigo sobre isso, pode parar de ler.

Pretendo apenas levantar a temática da crise instaurada desde quando o ser humano tomou ciência de si e da sociedade que formara: a persistente, contínua e duradoura crise na gestão de pessoas em ambientes diversos, sejam estes corporativos ou não.

Desde tempos passados, o “desenvolvimento” do relacionamento intra e interpessoal passa por transformações e impactos tão complexos que tornou-se praticamente raiz de  tudo o que podemos chamar de crise, sob variadas formas de visão e compreensão. Não pretendo escrever no tocante às áreas de psicologia, sociologia, economia, politica, religião ou nos âmbitos familiares, pois isso seria pretensão demais da minha parte. Pelo contrário, convoco os meus mais queridos amigos e renomados profissionais que comentem, se desejarem, a relação que há entre a gestão de pessoas e essas expertises nas quais atuam com maestria. Que tal dar sua opinião a respeito da…

Gestão de pessoas e a política

Gestão de pessoas e a família

Gestão de pessoas e a psicologia

Gestão de pessoas e a sociologia

Gestão de pessoas e a economia

Gestão de pessoas e a religião

…e por aí vai.

Por agora, enquanto gestor de pessoas, o que posso emitir é uma provocação: Enquanto estivermos mais preocupados em ter, possuir, dominar, reter e acumular capital e poder, ao invés de compartilhar e servir, jamais conseguiremos atingir a excelência altruísta e essencialmente humanista na prática de gestão de pessoas.

Concordam?

Deixem seu comentário, sugestão e especialmente sua crítica aqui no post, ou envie um email para altamirlopes@folharj.com.br

Grande abraço